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 Doutrina da Mensagem

Tabernáculo Fé Perfeita

Rua Aurora Mendes Sabará 151

Jd. Vassoura I - Francisco Morato SP - Brasil


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Memórias de um veterano com cicatrizes de batalha

Perfil: Soldado Roy E. Roberson

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Memórias de um veterano com cicatrizes de batalha

 

 

Em 1944, a Segunda Guerra Mundial se enfurecia através dos campos da França. Os exércitos Aliados que desembarcaram na Normandia no dia 6 de Junho tinham esperanças de que a liberação seria rápida e decisiva, porém isto foi em 25 de Agosto antes que nossas tropas rodassem até Paris. Aquele foi um dia que alguns pensavam como “o dia em que a guerra deveria ter acabado”, porém três meses mais tarde, nós ainda estávamos pressionando em direção à linha Siegfried.

Eu estava com 33 anos de idade, e eu era um 1º Sargento, e havia estado na França desde o começo da liberação. Eu estava com a 4ª Divisão Armada, Companhia A, 704º Batalhão Tanque Destruidor, o qual era uma parte do Terceiro Exército do General Patton. No dia 17 de Novembro, o veículo em que eu estava dirigindo tomou uma colisão direta de um tanque alemão, e meu motorista e eu ficamos gravemente feridos.

Eu nunca perdi completamente a consciência, porém eles não sabiam se eu viveria ou não, porque eu estava sangrando muito. Eles me colocaram numa maca, e eu pude ver que meu braço direito estava muito pouco junto ao meu corpo. Eu também fui ferido em ambas as pernas, mas eu não soube até mais tarde que os nervos de ambas as minhas pernas haviam sido cortadas.

Enquanto eu estava ali deitado, aguardando para ser levado para um hospital, um jipe estacionou e eu pude ver que ele tinha uma bandeira e uma cruz branca. Era um capelão. Ele era um homem pequeno com listras de capitão, e ele se ajoelhou perto de mim e disse: “Soldado, você é um protestante?”. Eu disse: “Sim, senhor”, porém de fato, eu não era nada. O capelão segurou a minha mão e fez a oração do Senhor sobre mim, e depois ele foi até o meu companheiro que estava numa cama próxima a minha e fez uma oração por ele.

Eu não havia sido salvo e não conhecia o Senhor ainda, porém eu estava orando, realmente firme, bem naquela hora. Eu prometi ao Senhor que se Ele poupasse minha vida eu viveria para Ele, e eu nunca esqueci aquela promessa.

 

Eu estava com vinte e seis anos de idade quando me alistei no Exército no Fort Knox, Kentucky. Eu era apenas um garoto de fazenda, nascido em English, Indiana, o mais jovem de três meninos. Minha mãe morreu quando eu estava com oito anos de idade, e me mudei por um tempo para New Albany, Indiana, e morei com meu tio e tia. Até me alistar para o serviço em 1937, eu vivi e trabalhei nas cidades de Jeffersonville, Clarksville, e New Albany. Olhando para trás, parece quase impossível que eu nunca tenha ouvido o nome William Branham ser mencionado durante aquele tempo. Não havia meio então para eu saber alguma vez qual o impacto que a vida e ministério deste pequeno homem de Jeffersonville estavam para ter sobre minha vida.

Após ser ferido em Mortagne, França, eu passei os próximos dois anos em hospitais militares na França, Inglaterra, e finalmente em Memphis, Tennessee. Depois eu fui licenciado do serviço, e minha esposa e eu retornamos para New Albany e lá fizemos nosso lar. Havíamos crescidos afastados da doutrina metodista, da qual havíamos sido educados quando crianças, e nunca demos muita consideração para atender a uma igreja. Mas sempre de volta à minha mente estava aquela promessa que eu havia feito ao Senhor quando eu estava deitado naquela maca e que eu pensava que minha vida estava acabada.

Numa noite de domingo eu disse à minha esposa: “Temos que sair e procurar uma igreja para irmos e servir ao Senhor”. Pegamos nosso carro e dirigimos ao redor de várias igrejas, porém não saímos e nem entramos. Isso simplesmente não parecia certo. Estava ficando tarde quando finalmente paramos dentro de um lote de estacionamento do Tabernáculo Branham em Jeffersonville, e saímos do carro, entramos, e sentamos nos vários bancos de trás. Nenhum de nós havia estado numa igreja em anos, porém desde aquele tempo em nossas vidas fomos para sempre mudados. Imediatamente aceitamos o Senhor Jesus como nosso Salvador pessoal, e fomos batizados no Nome do nosso Senhor Jesus Cristo no Tabernáculo em Palm Sunday, em 1949.

Mesmo embora atendêssemos no Tabernáculo regularmente depois disso, nós ainda não vimos o irmão Branham por algum bom tempo, porque ele estava tendo cultos por todo os Estados Unidos, Canadá e no estrangeiro. Foi-nos dito que às vezes ele estaria no campo pregando por meses de uma vez.

Nunca esquecerei da primeira vez que conseguimos ouvi-lo falar no Tabernáculo Branham. Isto foi domingo de manhã e ele estava em casa para um descanso. Ele ficou por seis semanas aquela vez, e enquanto ele “descansava” ele teve rês semanas de reavivamento lá no Tabernáculo. Ele mesmo conduzia o culto de louvor, e pregava três vezes por semana. Que grande companheirismo tivemos. Nunca havíamos ouvido nada parecido com aquilo antes, e a pregação que o irmão Branham trazia-nos. Ele pregava até às 10:30 ou 11:00 horas da noite às vezes, e depois cantava por cerca de trinta minutos. Havia um pequeno grupo que vinha ao Tabernáculo naqueles dias, possivelmente 75 a 100 pessoas.

Não tínhamos visto o irmão Branham orar pelos enfermos como ele fazia em suas campanhas de cura. A primeira vez que conseguimos ver uma fila de cura foi no dia 10 de Janeiro de 1950 em Houston, Texas. Aquele foi o lugar da grande campanha onde a foto do Anjo do Senhor foi tirada; uma que chamamos de “a foto do halo”.

Minha esposa e eu tivemos que tentar economizar um pouco de dinheiro para a viagem, e chegamos ao nosso quarto de hotel em Houston por volta da tarde daquele 10 de Janeiro e começamos a nos preparar para ir para o auditório onde o culto estava para ser organizado. Minha esposa, a qual estava ansiosa para estar na fila de oração àquela noite, estava parada olhando para a janela, esperando por mim para terminar de me aprontar, e ela disse para mim: “Eu quero que você se apresse. Eu quero chegar lá a tempo de conseguir um cartão de oração”.

 

Aquele culto da primeira noite foi organizado no Houston Music Hall, um pequeno lugar no qual sentavam-se cerca de 3000 pessoas, e quando chegamos lá vimos o irmão Howard, o irmão do irmão Branham, que estava dando os cartões de oração. Ambos, minha esposa e eu conseguimos cartões de oração, porém meu número nunca foi chamado. Eu tinha trazido meu aparelho gravador para gravar o culto, então me sentei cerca de 50 pés [Aproximadamente 15 m – NT.] ou algo assim da plataforma.

Naquela noite, minha esposa foi a terceira pessoa a ser chamada na fila de oração, e eu nunca esquecerei quando ela chegou diante do irmão Branham. Ele olhou para ela e ele disse: “Ora, irmã, vejo que você tem vindo de New Albany. Você mora cerca de setenta milhas [Aproximadamente 112 km – NT.] de onde eu moro”.

Ele mesmo lhe contou o que ela havia dito para mim sobre eu me apressar para ficar pronto quando estávamos no quarto do hotel àquela tarde. E ele disse: “Eu posso ver muitas coisas para trás através de sua vida que eu poderia te dizer, mas as pessoas poderiam achar que isso foi porque você vem de perto da minha casa. Porém você tem vindo toda esta distância só para estar nesta reunião, e esta é uma das primeiras vezes que você tem estado em um dos cultos de cura”.

Eu me maravilhei quando eu ouvi isso. Eu olhei para ele e pensei: “Que espécie de homem é este, que conhece os segredos do coração?”. Eu sabia que ele não conhecia minha esposa ou a mim mesmo, pessoalmente. Ele era diferente dos outros evangelistas que estavam auxiliando nas reuniões, como o irmão Bosworth e o irmão Raymond Richey.

A cada noite a multidão crescia, e depois da primeira semana nós tivemos que nos mudar para o Coliseu Sam Houston, o qual havia cerca de 10.000 pessoas. O irmão Branham repetidamente disse que ele sentia como se alguma coisa incrível estava para acontecer durante esta reunião.

Antes de despedir a cada noite, o irmão Branham tinha um grupo de oração para todo mundo, e as pessoas eram completamente curadas no edifício. Lembro-me de uma noite que havia um irmão hispânico de pé perto de nós, e ele tinha uma pequena criança cega cerca de três anos de idade com ele. Durante a oração, eu ouvi uma comoção e quando eu olhei vi que a criança havia sido curada e seus olhos foram abertos. Aquela foi a maior coisa que eu já tinha visto. Os cultos se estenderam até o dia 24 de Janeiro, porém tivemos que retornar para casa antes que as reuniões se encerrassem porque viajamos com pouco dinheiro.

Logo após, eu estava no Tabernáculo numa manhã de domingo, sentado no quarto de oração antes do culto com o irmão Graham Snelling e alguns dos diáconos, e o irmão Branham caminhou até o quarto. Eu realmente nunca havia conversado com o irmão Branham antes, porém ele caminhou até a mim e ele disse: “Irmão Roberson, você esteve em minhas reuniões em Houston”.

Eu disse: “Sim, senhor”.

Ele disse: “Por que você não me falou que você necessitava de algum dinheiro a fim de ficar nas reuniões? Eu teria te dado algum dinheiro”.

Eu não sabia o que dizer. Eu achava que ninguém soubesse que havíamos viajado com pouco dinheiro e que tivemos que deixar as reuniões mais cedo. Eu sabia que eu não havia dito a ninguém. Isso era algo que eu simplesmente não podia compreender a princípio, de que ele conhecia os segredos do seu coração.

 

O Tabernáculo ainda era realmente pequeno nesta época, e eu comecei ajudando um pouco em volta da igreja como um porteiro. Naquele tempo o irmão Branham não tinha um quadro com uma boa quantidade de diáconos e administradores como a que ele veio montar mais tarde. Simplesmente oferecemos nossa ajuda, e eu apreciava muitíssimo trabalhar com o irmão Doc Branham, o irmão Seward e outros.

Minha esposa e eu brevemente nos tornamos bons amigos do irmão e da irmã Branham. Eles vinham a nossa casa para jantar, e ele e eu saíamos caçar veado e alce no Colorado. Estar com ele era uma coisa regozijante, pois em toda às vezes você podia sentir um Espírito maravilhoso, o Espírito Santo envolta dele.

 

Eu comecei a gravar os sermões do irmão Branham em meu aparelho gravador em Dezembro de 1949. A primeira mensagem que eu gravei era intitulada A Deidade de Jesus Cristo.[ Mensagem pregada em 25/12/1949 – NT.]  O irmão Branham não tinha um gravador de fita, porém ele tinha um toca-fitas em sua casa, assim depois que consegui conhecê-lo um pouco melhor e havíamos nos visitado juntos algumas vezes, eu levei uma de minhas gravações a uma companhia de transmissão e eles fizeram uma gravação disso para mim. Uma noite, minha esposa e eu levamos isto à casa do irmão Branham e o entregamos a ele.

Foi a primeira vez que ele havia escutado sua própria voz, e a princípio ele estava envergonhado e disse: “Eu realmente sôo assim?”. Mas ele também estava excitado com relação a isto, e eu lhe disse que várias pessoas haviam me pedido algumas gravações que eu estava fazendo, desejando cópias para si mesmas.

Eu não era a única pessoa que estava fazendo gravações. Como um fato de importância, havia tantas pessoas gravando que às vezes era difícil encontrar um lugar para colocar seu equipamento. Isso não foi até 1953 ou 1954 quando o irmão Branham havia colocado à venda as fita das mensagens sob a direção do quadro da igreja, a fim de ajeitar a confusão que fora causada quando umas poucas pessoas fizeram mal uso dos direitos de gravações que tínhamos.

Construí uma casa um pouco acima da rodovia de Jeffersonville, na auto-estrada 62. Era cerca de cinco milhas [Aproximadamente 8 km – NT.] da cidade, e naquele tempo não havia água fora da cidade naquela distância, então eu tive que ter um poço perfurado. Isso não foi até após o encanador haver engatado o cano aos tubos da casa e transferirmos a água nisto quando descobrimos que tínhamos água salgada. Ela não era boa para nada, e era tão forte de sal que ela danificou os canos de cobre. Eu estava bem preocupado a respeito disso, porque isso havia tomado tudo que tínhamos para construir a casa.

Na próxima vez que o irmão Branham esteve na igreja eu lhe contei a respeito da água, e ele disse: “Irmão Roberson, nós somente teremos que pedir ao Senhor para mudar a água”.  Isso foi num domingo de manhã, e ele disse: “Eu estarei no seu local esta tarde para fazer uma visita a você”.

Naquela tarde, ele e a imã Branham vieram à casa e ele foi até a cozinha, abriu a água e disse: “Deixe-me testar esta água”.

Ele encheu a boca disso e disse: “Oh que coisa, isso está salgado”. Ele teve que cuspi-la fora, pois era simplesmente tão forte.

Eles nos visitaram por algum tempo, e ele disse: “Oraremos a respeito disso irmão Roberson”, e depois ele partiu. Isso é tudo o que ele disse, e eu não sabia o que pensar sobre a água.

 Cerca de três semanas mais tarde, o irmão Branham teve um culto de cura em Connersville, Indiana. Minha esposa e eu, e a mãe do irmão Branham e o irmão mais jovem, Donny, dirigimos para a reunião juntos. Isso foi em Maio, tempo quente, e a reunião foi organizada ao ar livre em um grande estádio de beisebol. Estávamos sentados atrás nas arquibancadas, mais ou menos umas cem jardas [Aproximadamente 91 m – NT.] da plataforma, e durante o culto o irmão Branham apontou sua mão em direção onde estávamos sentados e ele disse: “Irmã Roberson, vejo uma Luz pendendo sobre sua cabeça, e isso é o Anjo do Senhor. Você está preocupada acerca daquela água lá embaixo em Jeffersonville, mas você simplesmente pare de se preocupar. Isso estará tudo bem”.

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Como foi previsto, daquele dia até hoje, a água tem estado tão pura quando pode estar. Hoje aquele poço ainda está lá como um testemunho para qualquer um que gostasse de conferir isto.[ Compare o leitor este milagre com o mesmo ocorrido nos dias de Eliseu com as fontes de Jericó (II Reis 2:19-22) ou as fontes de Mara por Moisés (Êxodo 15:23-25) – NT.]

 

Embora agora exista água da cidade na casa, o poço estava ainda em uso até poucos anos trás, e sempre houve água em abundância e água muito boa. Os vizinhos que moravam próximos de nós ainda estão aqui e podem se lembrar de quando a água era ruim.

Perdemos nosso filho mais jovem, Eddie, em 1951, na Guerra da Coréia. Ele tinha apenas vinte e um anos de idade, e havia se casado acerca de um ano, e tinha uma criança de seis semanas de idade. Aquilo foi tão difícil para nós entender. Perguntávamos por que Deus ao invés disso não poderia ter levado um de nós. E eu estava angustiado a respeito se ele foi ou não verdadeiramente salvo.

O funeral militar para Eddie foi organizado em Hopkinsville, Kentucky, e o irmão Branham estava lá, juntamente com vários oficiais militares do Exército. O capelão do Exército teve o serviço, e o irmão Branham orou no funeral em casa e no cemitério. Depois ele próprio ficou íntimo de todos os homens militares, conversou com eles e apertou as mãos deles. Ele tinha um jeito tal de conversar com as pessoas, não importava quem elas fossem, isso não era parecido com ninguém que eu já tenha encontrado antes. Ele era o maior homem, mesmo entre grandes homens.

Poucas semanas depois do funeral, o irmão Branham e eu estávamos em nosso caminho para a fazenda do irmão George Wright, a qual era acerca de 35 milhas [Aproximadamente 56 km – NT.]  fora no campo. O irmão Branham realmente amava a família Wright, e íamos para lá muito frequentemente, para ter companheirismo com eles e ir caçar coelhos ou esquilos.

Neste dia em particular, estávamos dirigindo em meu station wagon, e eu estava conduzindo quando de repente comecei a me sentir realmente tonto, e um sentimento estranho veio sobre mim. Eu pensei que eu iria ficar doente, ou mesmo desmaiar, então eu comecei a falar ao irmão Branham que eu estava indo ter que sair fora da estrada e parar. Mas enquanto eu começava a dizer isto, ele falou e disse para mim: “Irmão Roy, tenho algo que eu quero te dizer. O Espírito Santo tem desejado que eu conte isto a você. Você tem estado preocupado acerca de seu filho, Eddie, que foi morto. Você está preocupado se ele está salvo ou não. Você está ocasionando ter em si mesmo uma úlcera, irmão Roy. Apenas pare de se preocupar a respeito dele porque ele está bem e ele estará lá naquele dia”.

 E então ele disse: “Vejo você quando você estava deitado sobre uma maca lá na França em 1944, quando você estava ferido. Vejo as feridas em seu braço direito e em ambas as pernas. Os nervos foram cortados em suas pernas e seu braço direito estava muito pouco junto ao seu corpo. Eles colocaram você sobre uma maca lá com outro soldado, e eles pensaram que você estava morrendo. Porém o Senhor tinha algo para você fazer mais tarde”.

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Eu nunca havia dito nada sobre isto a ele, porém o irmão Branham viu tudo isso numa visão e me contou cada detalhe.

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Em 1953, o irmão Branham chegou até a mim e me perguntou se eu aceitaria uma posição no quadro de administradores do Tabernáculo Branham. Eu aceitei e fui votado pela congregação, e tenho continuado nesta posição até o tempo presente.

 

Houve uma senhora que descia aqui à igreja o tempo todo. Ela tinha o hábito de fumar, e ela havia tentado parar de fumar cigarros, porém isso realmente foi bem difícil para ela largar. Então ela ficou doente, e quando os médicos do hospital de New Albany examinaram-na descobriram que ela tinha câncer em ambos os pulmões. Isso estava tão avançado que não havia nada que eles pudessem fazer por ela, e então eles a enviaram para casa para morrer.

Ela havia ligado para nossa casa e perguntou se podíamos persuadir o irmão Branham para vir e orar por ela, e mesmo que eu odiasse aborrecê-lo quando ele estava tentando relaxar por um dia ou mais, uma manhã eu perguntei se ele poderia ir e orar por uma irmã que estava doente. O irmão Banks Wood, o irmão Branham e eu estávamos em nosso caminho para o campo de tiro ao alvo, e ele disse: “Eu te digo quando, irmão Roberson, nós apenas pararemos perto dali em nosso caminho para casa”.

Nós havíamos saído bem cedo, de modo que era somente perto das dez horas da manhã quando paramos para vê-la. A irmã estava sentada numa cadeira na sala de estar e seu marido estava sentado com ela e ela disse: “Irmão Branham, eu tive um sonho em que você vinha em minha casa e que você orava por mim”.

Ele disse: “Sim, irmã, eu sei que você teve aquele sonho. É por esta razão que estamos aqui, e iremos orar por você”.

O irmão Branham caminhou até ela e a tomou pela mão. Naquele tempo, quando ele orava pelos enfermos, havia uma mancha que aparecia em sua mão e ele podia através disso dizer qual a doença que a pessoa tinha. Eu nunca tinha visto isso em sua mão, porém desta vez ele disse: “Venha até aqui irmão Roberson e irmão Wood, eu quero mostrar isso a vocês”.

Então observamos a sua mão, e havia em volta, uma área vermelha com manchas nela; mas somente ele podia dizer o significado disso.

Ele disse: “Irmã, você tem câncer nos pulmões e você está sombreada pela morte. Se o Senhor não afastar isso quando eu orar por você, você morrerá”.

Ele orou, e quando terminou ele pegou sua mão novamente e ele disse: “Isso ainda está aí. Irmã, há algo de errado. Você e seu marido estavam conversando a respeito de alguma coisa antes de chegarmos esta manhã. Você sabe o que foi isto e você deve pedir ao Senhor para te perdoar por isso. Arrependa-se e diga que você não irá mais fazer isso, porque isto é sério. Eu irei orar por você outra vez, e se isso não te deixar, você morrerá”.

Ele orou pela irmã novamente, e desta vez a mancha saiu e ele lhe assegurou de que ela estava curada. Ela está vivendo hoje na Flórida.

Algumas pessoas podem não entender isso, mas cada detalhe dever ser de acordo com a visão. Tudo tinha que estar no lugar quando ele orasse por você.

 

Uma vez o irmão Branham, o irmão Wood e eu estávamos indo em direção ao Wyoming para caçar antílope. Estávamos dirigindo na camionete Chevrolet do irmão Branham, e de um lado da camionete estavam pintadas as palavras ‘Campanhas William Branham’, e do outro lado estava um retrato de Jesus e as palavras ‘Eu voltarei novamente’.

Naqueles dias os postos de gasolina eram bastante distantes, e estávamos em algum lugar profundo no Kansas quando o irmão Branham disse: “Acho que seria melhor pararmos neste próximo posto de gasolina. O Senhor quer que eu pare”.

Paramos neste pequeno posto que era uma distância e tanto longe da rodovia. Havia duas bombas de gasolina na frente, e as pessoas moravam atrás do posto. Um rapaz veio do posto e começou a encher o tanque, e atrás dele veio uma dama. Ela caminhou até o irmão Branham, que estava vestido em sua velha roupa de caça, e perguntou: “Você é o irmão Branham?”.

Ele disse: “Sim, senhora, sou o irmão Branham”.

Ela disse: “Eu estava em uma de suas reuniões algum tempo atrás, e eu tive um sonho de que você viria. Temos uma filhinha aqui atrás que está bastante doente. Você entraria e oraria por ela?”.

Ele disse: “Certamente, irmã”.

Ele disse para o irmão Wood e eu ficarmos na camionete, o qual era incomum, porque normalmente teríamos entrado com ele. Ele ficou por cerca de 15 minutos, e então ele saiu de volta. Ele disse: “O Senhor é bom. Ele me mostrou uma visão e a criança foi curada”.

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O ano de 1955 marcou o início da investigação da Receita Federal que se arrastaria por cinco anos. Essa foi a coisa mais estressante que eu já vi o irmão Branham ter do começo ao fim, e isso o feriu mais do que qualquer outra coisa que eu saiba. Embora ele perdesse o medo de pagar uma porção de dinheiro à Receita Federal, isso foi simplesmente porque ele foi tentado a lutar com eles, e isso havia se arrastado por tanto tempo que isso estava afetando o seu ministério. Eles não conseguiram encontrar delito, e mesmo após todos aqueles anos de investigação, eles não encontraram qualquer acusação na qual pudessem indiciá-lo.

Fui convocado para testificar diante do comitê de investigação várias vezes, e estava presente em outras ocasiões quando o irmão Branham foi questionado. Sou um soldado, e às vezes quando eles o acusavam e tentavam envergonhar e desacreditá-lo, eu queria lutar com o bando inteiro de advogados que sentavam diante de nós do outro lado da mesa. Porém nenhuma vez eu ouvi o irmão Branham levantar sua voz, e mui raramente ele alguma vez falou em seu próprio favor. Porém quando ele falava, isso era com tal sinceridade e simplicidade que isso quase parecia amedrontar seus acusadores. Eles sabiam que eles nunca teriam uma chance se seu caso fosse trazido perante um júri, deste modo eles simplesmente prosseguiam com sua importunação até eles o levarem a exaustão.

 

Creio que um dos amigos mais próximos que o irmão Branham alguma vez teve foi o irmão Banks Wood. Ele era também o seu vizinho, e um carpinteiro por profissão. Uma coisa que muitas pessoas não sabiam era que às vezes o irmão Branham saía com o irmão Wood e o ajudava em qualquer trabalho que acontecia dele estar trabalhando.

Lembro-me de uma vez quando fui vender uma casa em que eu estava morando, e eu descobri que um ladrilho de garagem que eu havia construído atrás da casa estava três pés [Aproximadamente 90 cm – NT.] além do limite de propriedade. Antes que eu pudesse vender a casa, a garagem ou tinha que ser movida ou demolida.

Entrei em contato com uma companhia que era especializada em mover casas, e quando eles olharam para a garagem eles disseram que por causa da forma como ela foi construída não havia meio de mudá-la sem cair em pedaços. Então eu chamei o irmão Wood para ver o que ele pensava a respeito da situação. Ele disse: “Irmão Roberson, tentarei movê-la. Pedirei ao irmão Billy para me ajudar, e se ela cair, nós simplesmente a construiremos de volta para você”.

O irmão Wood e o irmão Branham levaram três dias para mudar a garagem, por eles mesmos, em cilindros. Nenhum ladrilho foi quebrado. O irmão Branham estava tão contente e excitado que ele pulava por todos os lados no local e gritava: “Fizemos isto, açougueiro Wood!” (que era o nome que ele implicantemente chamava o irmão Wood).

 

Perto do fim de Fevereiro de 1964, o irmão Wood e eu fomos a Tucson para caçar javalina com o irmão Branham no Monte Pôr-do-Sol. O irmão Branham simplesmente amava ir para lá, e várias coisas importantes aconteceram naquele lugar.

Frequentemente havia lá dez ou mais homens que saíam juntos numa caçada, o irmão Evans, irmão Sothmann, irmão Borders, irmão McHughes e vários outros. Não íamos somente pela caçada. Eu realmente desfrutava o máximo do companheirismo.

O irmão Branham tinha um amigo chamado McAnally que era um explorador, e ele havia caçado e explorado  por toda aquela área com o irmão Branham. Ele também estava conosco nesta caçada, e ele e o irmão Sothman eram os cozinheiros do acampamento. Tínhamos acampamentos e tendas para dormirmos.

Caçávamos frequentemente durante o dia, cada um seguindo o seu próprio caminho. O irmão Branham gostava de caçar sozinho, porém às vezes ele podia dizer para um de nós: “Irmão, eu acho que você pode encontrar alguma boa caça hoje acima de tal e tal área”. Encontrávamos a caça certa, mas nem sempre atirávamos bem o bastante para trazer carne de volta para o acampamento.

Depois, ao redor da fogueira no início das noites, o irmão Branham conversava conosco, e discutíamos diferentes coisas. Aqueles foram realmente grandes tempos, e me arrependo de não termos gravado aquelas conversas maravilhosas que desfrutamos.

Havíamos estado caçando por três dias ou mais, e estávamos começando a carregar nossos equipamentos de caça para dentro dos caminhões numa manhã para partirmos de volta a Tucson. O irmão Branham nos disse para estarmos certos e limpar muito bem ao redor do acampamento, catando todo o lixo.

O irmão Wood havia estacionado o seu caminhão próximo a uma grande rocha que era perto de onde havíamos tido a fogueira, e o irmão Branham catou uma pá e estava jogando terra sobre as brasas do fogo. Há pouco ele havia estado conversando com o irmão McHughes alguns minutos antes, e tinha visto uma visão concernente a seus olhos e também a respeito de sua mãe.

Quando ele terminou de falar com o irmão McHughes, ele veio para mim e pôs sua mão em meu ombro e disse: “Irmão Roy, alguma coisa está prestes a acontecer. Não fique excitado ou com medo”.

Simplesmente em poucos minutos depois, enquanto ele empurrava terra sobre as brasas, um vento forte desceu do topo da cordilheira rochosa que estava atrás do nosso local de acampamento. Ele começou a soprar mais forte e mais forte, e pedras começaram a voar para fora do lado da montanha. Por cima de nossas cabeças, os galhos estavam sendo arrancados das árvores e giravam ao redor. Então houve um forte barulho que soava como uma bomba explodindo sobre nossas cabeças. E isso explodiu outra vez, e outra vez.

Embora o irmão Branham tivesse me alertado, isso me deixou bem assustado a princípio. Eu olhei em direção onde ele estava parado, o qual não estava muito longe de mim, e vi que ele tinha sua cabeça inclinada e com seu chapéu em sua mão. Eu sabia que isto era algo do Senhor, porém mesmo assim foi um momento apavorante.

O vento desapareceu tão rapidamente quanto ele havia aparecido, e vários dos irmãos correram até o irmão Branham e lhe perguntaram: “O que foi aquilo?”.

Ele disse: “O Senhor estava falando para mim, mas neste momento eu não posso lhes dizer. Em poucos dias vocês saberão a respeito do que foi tudo isso”.

Exatamente dois dias mais tarde ouvimos que um terremoto havia atingido o Alaska, e soubemos que isso era uma parte do que havia sido profetizado no redemoinho de vento no Monte Pôr-do Sol.

 

 [O irmão Roy Roberson refere-se ao forte terremoto de magnitude 9 ocorrido no Alaska dia 27 de março de 1964, numa Sexta-feira Santa, onde foi estimada a perda de 115 vítimas nos tsunamis provocados pelos tremores. – NT. ]

 

Em Maio de 1964, me mudei de Jeffersonville para Tucson, Arizona, a pedido do irmão Branham. Ele queria que eu o ajudasse a estabelecer uma nova associação no Arizona, a qual ele chamou de Associação Evangelística William Branham. Ele queria ser capaz de administrar seus negócios do Arizona, exatamente como ele fez de Jeffersonville, e ele queria ter escritórios em ambos os lugares, porque ele estava vivendo em tempos divididos em cada estado.

Isso foi no começo de Junho, pouco antes do irmão Branham sair para passar os meses de verão em Jeffersonville, que ele pediu para o irmão Billy Paul, irmão Fred Sothman, e a mim mesmo (que era para estar no quadro de membros da nova associação), ir ao escritório do advogado para dar início aos longos papéis de funcionamento que eram requeridos para estabelecer uma nova associação. O irmão Branham disse: “Quero que isso seja feito tão rápido quanto possa ser”.

Junho de 1964 é quando os papéis de funcionamento foram iniciados para a nova associação. Mas embora tentássemos apressar cada passo do processo, ainda assim isso levou aproximadamente dois anos para ser completado, vários meses depois que o irmão Branham foi chamado para estar com o Senhor. Mas sei que a Associação Evangelística William Branham foi importante para ele, tão importante que havia até mesmo me pedido para mudar minha casa para Tucson a fim de devotar o meu tempo para conseguir dar início.

Naquele verão, depois que o irmão Branham partiu para Jeffersonville, fiquei com muitas saudades de casa. E foi durante esta época que eu tive um sonho, ou deveria dizer ‘visão’, porque isso é como o irmão Branham o chamou.

Em minha visão, eu estava parado próximo à casa do irmão Branham em Tucson, para a qual ele não havia se mudado ainda, nas Montanhas Catalina. Exatamente na minha frente estava um profundo cânion na montanha, e eu vi o irmão Branham parado no centro daquele cânion. Parecia que eu estava cerca de trezentas ou quatrocentas jardas [Aproximadamente 275 e 365 m respectivamente – NT.] abaixo da montanha, e havia dois irmãos comigo, o irmão Welch Evans e o irmão Fred Sothman. Havia uma nuvem âmbar subindo e descendo sobre o irmão Branham.

Então eu ouvi uma Voz que soava como se estivesse vindo de um alto-falante na nuvem, e ela disse: “Este é Meu profeta, e como Moisés guiou os filhos de Israel, assim este Meu profeta guiará esta geração”.

E quando a Voz parou, os irmãos que estavam comigo começaram a se regozijar e pular, dizendo: “Eu te disse assim, eu te disse assim”.

Bem, liguei para o irmão Branham e lhe contei o que eu tinha visto, e ele disse que isso foi uma visão enviada do Senhor e que Ele revelaria isso quando o tempo chegasse.

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No Fevereiro seguinte, sete meses mais tarde, o irmão Branham pregou Casamento e Divórcio domingo de manhã, no dia 21. Estávamos escutando aos serviços em Tucson, por meio de um telefone central, e naquela noite, pouco antes que ele pregasse Quem é Este Melquisedeque? ele estava comentando sobre o culto da manhã. Eu o ouvi dizer: “Se acontecer de meu bom amigo, o irmão Roberson estiver me escutando de Tucson, Roy, você se lembra o outro dia da visão que você viu quando estávamos sobre a base da montanha? Você veio até a mim, e aquela nuvem estava sobre o topo? Veio descendo, você sabe o que Ele te falou, eu te falei na casa o outro dia? É isso, Roy. Não se preocupe mais, filho; está acabado. Você não sabe o que isso significa! Isso é graça! Ele te ama! Você O ama! Humildemente O sirva e O adore o resto dos teus dias. Seja feliz, siga em frente e viva como está. Se você está alegre, continue desta maneira. Nunca mais faça qualquer coisa de errado assim outra vez. Apenas siga em frente; isso é a graça de Deus!”.

 

[ Sermão “Quem é Este Melquisedeque” (21/02/1965) §§ 23 e 24 – Tradução de Goiânia – NT.]

 

No dia 19 de Maio de 1965, era o aniversário dos dez anos de José (o filho do irmão Branham), e o irmão Branham o levou, junto com vários outros irmãos e eu mesmo, até o Monte Pôr-do Sol aquele dia.

Eu havia levado junto uma pequena câmera, uma Browning, porém quando chegamos lá e eu vi que alguns dos outros irmãos tinham mais novas, câmeras melhores, eu deixei eles tiraram as fotos.

O irmão Branham começou a relatar algumas das coisas que haviam acontecido naquele lugar, contando para José onde as diferentes coisas haviam acontecido, e enquanto ele contava assim, os irmãos estavam tirando fotos. Então ele voltou para mim e disse: “Irmão Roy, você não gostaria de tirar minha foto de pé sobre esta rocha aqui?”.

Eu disse: “Certamente, irmão Branham”, e eu peguei minha pequena câmera e comecei a tirar fotos.

Tirei uma dele de pé sozinho sobre a rocha, e depois ele pediu a José para ficar sobre a rocha com ele, e eu tirei duas deles juntos. No total, eu tirei doze fotos aquele dia, e o irmão Branham disse para mim: “Tão logo você consiga revelá-las, eu quero vê-las”.

Vários dias depois, quando eu consegui o filme de volta dos reveladores, eu os mostrei à minha esposa, e com algum desapontamento disse: “Deve haver alguma coisa de errado com a minha câmera, porque algumas destas fotos estão totalmente marcadas com cor”.

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Nosso apartamento ficava logo abaixo da rua de onde o irmão Branham morava, e eu caminhei até a sua casa para lhe mostrar as fotos. Quando disse a ele o que eu tinha em minha mão, ele chamou a irmã Branham e começou a mostrar suas fotos e ele disse: “Veja, aqui está o que eu te falei a respeito. Este é o Anjo do Senhor que você vê sobre a rocha”.

Nos meses que se seguiram eu estava apto para ir caçar com o irmão Branham e alguns dos outros irmãos algumas vezes. Caçamos peru e esquilo, e no outono fomos à caça ao veado na Floresta Kaibad do Norte do Arizona.

Tivemos um grande companheirismo naquelas viagens de caça, e o irmão Branham nos falou a respeito de várias coisas que o Senhor havia lhe mostrado. Ele nos contou acerca das experiências no Cânion Sabino, da águia branca e o pequeno esquilo. Ele frequentemente dizia: “Agora, não deixe estas coisas se tornarem comuns para vocês, irmãos, porque estas coisas são mais sérias do que vocês imaginam”.

E depois chegou a vez em Dezembro quando o irmão Branham estava partindo para ir de volta a Jeffersonville para o Natal. Na Sexta-feira à noite, antes que ele partisse na manhã de Sábado, ele me ligou e pediu para eu cancelar alguns encontros que ele tinha para a semana seguinte em Tucson.

A família saiu cedo Sábado de manhã, e todo aquele dia eu não conseguia manter minha mente no que eu estava fazendo. O tempo estava começando a ficar ruim, e o irmão Branham havia estado indeciso quando ele partiu quanto a qual rota ele tomaria. Então, às 7:30 daquela noite, eu recebi uma chamada do irmão Billy Paul e ele me contou que havia ocorrido um acidente, um mau acidente. Ele me pediu para ligar para todos os irmãos para que estivessem em oração, e que ele me chamaria de volta tão logo quanto ele soubesse mais.

Liguei para tantos irmãos quanto eu podia e começamos a orar. Cerca de quarenta e cinco minutos depois, o irmão Billy Paul me ligou de volta e me contou exatamente quão seriamente feridos cada um estava, e que eles haviam levado somente a irmã Branham e Sara para o hospital em Amarillo, e que tão logo eles pudessem levariam o irmão Branham também.

Vários dos irmãos partiram imediatamente para Amarillo, porém eu fiquei em Tucson em caso de haver alguma coisa que necessitasse ser feito dali. Eu simplesmente estava em estado ruim. Senti que não conseguia orar, e me sentei em nosso trailer sozinho mais de vez. Eu não conseguia entender nada do que estava acontecendo.

Uma noite, eu estava deitado em minha cama e de repente o quarto se iluminou e eu vi o irmão Branham caminhar ao lado da minha cama. Ele tinha o seu chapéu e sua Bíblia debaixo do braço. Ele estendeu e segurou a minha mão, e ele disse: “Não se preocupe com isso, irmão Roberson. Eu encontrarei você no Monte Sião”.

Quando voltei a mim mesmo, de alguma forma em meu coração eu pude entender que isto tudo era o propósito do Senhor, e não algo para mim arrazoar a respeito.

Uma vez o irmão Branham me perguntou: “Irmão Roberson, você realmente sabe quem Moisés foi?”.

Quando ele colocou isso daquela maneira, eu tive que dizer: “Não, eu não sei”.

Ele disse: “Ele era Deus para aqueles filhos de Israel, e ele podia chamar à existência pulgas e todos os tipos de coisas como esquilos”.

E quando ele disse ‘esquilos’, então eu soube que ele era o nosso Moisés. Ele foi Deus para as pessoas desta geração, o mesmo como Moisés foi para os filhos de Israel.

Eu confio que as coisas que temos visto acontecerem, e as coisas que temos ouvido, faladas pelo profeta desta geração, nunca se tornarão comuns para cada um de nós. Eu verdadeiramente creio que cada palavra e evento é muito mais sério do que podemos alguma vez imaginar.

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(Fonte: Revista “Only Believe” Volume 3, Nº. 2, Pg. 8-17)

Tradução: Diógenes Dornelles –diogenes.dornelles@yahoo.com.br

 

radiounife@hotmail.com

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EM COMEMORACAO AO CENTENARIO DE WILLIAM MARRION BRANHAM

 

 

 

 

 

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